Reforma tributária: o que a sua empresa precisa fazer

O que muda para o comércio local e para quem opera na cadeia do agro, com o efeito medido na sua operação.

Reforma tributária em Fátima do Sul MS, serviço da VGR - Gestão Contábil e Controladoria

O que é o serviço de reforma tributária

O serviço acompanha a transição para o novo modelo de tributação sobre o consumo, medindo o efeito na operação e preparando sistemas, contratos e preços para o que muda.

A reforma substitui tributos sobre consumo por um modelo de valor agregado, com crédito amplo e cobrança no destino. Isso muda quem paga, onde paga e quanto crédito sobra ao longo da cadeia.

Para quem opera na cadeia do agro, a atenção principal é outra: o tratamento dos benefícios estaduais em vigor, como o diferimento, durante e depois da transição.

Quem sente mais o efeito da mudança

  • Quem opera com diferimento ou benefício estadual em vigor
  • Comércio que vende para consumidor final da região
  • Revenda de insumo que compra de outro estado
  • Prestador de serviço ao produtor, pela mudança na carga
  • Transportador, pelo aproveitamento de crédito
  • Empresa no Simples que compra e vende para fora do regime

O que você recebe

  • Simulação do efeito na carga da sua operação
  • Avaliação do que acontece com os benefícios em vigor
  • Mapeamento do que muda em cada tipo de venda e de compra
  • Orientação sobre revisão de preço e de margem
  • Preparação das obrigações acessórias do novo modelo
  • Acompanhamento das mudanças durante a transição

Como o trabalho funciona

O efeito da reforma não é uniforme: depende do que a empresa compra, do que vende e para quem. Por isso o trabalho parte da operação real, e não de regra geral.

Frentes da preparação para a reforma tributária e o que se avalia em cada uma
FrenteO que se avaliaPor que importa
Benefícios em vigorDiferimento e regime especialTêm regra própria na transição
VendasPara quem e para ondeA cobrança passa a ser no destino
ComprasQuanto gera créditoO crédito fica mais amplo
PreçoMargem após a mudançaManter tabela absorve o efeito
ContratosPreço fixado e cláusula tributáriaCarga diferente na vigência
SistemasEmissão e apuraçãoExigem parametrização nova

Os prazos da transição

A transição acontece por etapas ao longo de anos, com períodos de convivência entre o modelo antigo e o novo. Cada etapa tem data própria e exige preparação antecipada. As datas de cada fase estão no cronograma da reforma tributária.

O que cria urgência não é a data final, são as intermediárias: quando começa a cobrança de teste, quando a obrigação acessória muda e quando o benefício estadual deixa de valer da forma atual.

Para quem trabalha com ciclo de safra, vale alinhar a preparação ao calendário da lavoura, porque implantar mudança de sistema no pico da colheita não funciona.

O que compõe o valor do serviço

É trabalho de acompanhamento, com estudo inicial e revisões ao longo da transição.

Três fatores formam a conta: a complexidade da operação, a existência de benefício ou diferimento em vigor, e a quantidade de produtos ou serviços a analisar.

Quem opera só com venda local e sem benefício tem análise simples. Quem soma diferimento, compra interestadual e venda para produtor tem as três variáveis ao mesmo tempo.

O que não está incluído

  • Adaptação de sistema de gestão ou de emissão, que é do fornecedor
  • Renegociação de contratos com clientes e fornecedores
  • Habilitação de benefício junto ao estado
  • Ação judicial sobre matéria da reforma
  • Garantia de que a carga vai diminuir
  • Defesa em auto de infração

Diferença para serviços próximos

A reforma é um evento de transição; os serviços vizinhos são permanentes.

Reforma tributária, planejamento e revisão: horizonte e entrega de cada serviço
ServiçoHorizonteO que entrega
Reforma tributáriaA transiçãoPreparar a operação para o novo modelo
Planejamento tributárioO exercícioO caminho de menor carga hoje
Contabilidade para o agroRotina do setorDiferimento e regras próprias
Revisão tributáriaO passadoRecuperar o que foi pago a mais

Quem regulamenta e quem fiscaliza

A matéria é definida em norma constitucional e regulamentada por legislação complementar, com aplicação prática dependente dos regulamentos editados pelos entes.

No âmbito federal, a administração e a fiscalização competem à Receita Federal do Brasil. A parcela de competência estadual e municipal segue estrutura própria prevista na legislação da reforma.

Em Mato Grosso do Sul, o diferimento e os benefícios do setor rural atualmente em vigor respondem à Secretaria de Fazenda, e o tratamento deles durante a transição segue regra específica, acompanhada caso a caso.

Atendimento em Fátima do Sul

A unidade fica na Rua Marechal Cândido Rondon, 1049, Centro, e o acompanhamento é feito por etapas, conforme as datas da transição se aproximam.

Por aqui, a pergunta mais frequente é sobre o diferimento: quem opera com ele hoje precisa saber o que acontece durante a transição, porque é um item que afeta diretamente o caixa da operação.

A segunda é do comércio que vende para consumidor final da região, porque a cobrança no destino muda a lógica de quem vende para municípios vizinhos. Mapear para onde a empresa vende é um dos primeiros pedidos do escritório contábil em Fátima do Sul nesse trabalho.

Perguntas frequentes

O que muda com a reforma tributária?

A tributação sobre o consumo passa a um modelo de valor agregado, com crédito amplo e cobrança no destino. Muda quem paga, onde paga e quanto crédito sobra na cadeia.

O que acontece com o diferimento?

Os benefícios estaduais em vigor têm regra específica de tratamento durante a transição, acompanhada caso a caso junto à Secretaria de Fazenda de MS.

A mudança é de uma vez?

Não. Acontece por etapas ao longo de anos, com períodos de convivência entre o modelo antigo e o novo. Cada etapa tem data própria e exige preparação antecipada.

Quem sente mais o efeito aqui?

Quem opera com diferimento, o comércio que vende para consumidor final da região, a revenda de insumo que compra de fora e o prestador de serviço ao produtor.

A carga vai diminuir?

Não há garantia, e o efeito não é uniforme: depende do que a empresa compra, do que vende e para quem. É isso que a simulação mede.

Quando preparar o sistema?

Alinhando ao calendário da lavoura. Implantar mudança de sistema no pico da colheita não funciona, então a preparação é feita na entressafra anterior à etapa.

O que forma o valor do serviço?

A complexidade da operação, a existência de benefício ou diferimento em vigor e a quantidade de produtos ou serviços a analisar.

Vender para município vizinho muda?

Muda a lógica, porque a cobrança passa a ser no destino. Para o comércio que atende a região, isso afeta preço e apuração ao mesmo tempo.

Reforma tributária: o que a sua empresa precisa fazer em Fátima do Sul: como funciona

O serviço sai da unidade da VGR em Fátima do Sul, na Rua Marechal Cândido Rondon, 1049, Centro, Fátima do Sul - MS, 79700-000. A rotina corre em ambiente digital e o escritório atende de segunda a sexta, das 7h30 às 17h30.

Aqui você fala com o contador em Fátima do Sul que cuida da sua empresa, não com um atendente. Reforma tributária: o que a sua empresa precisa fazer depende de continuidade, e continuidade vem de quem conhece o caso.

O atendimento não para na cidade: a nossa contabilidade em Fátima do Sul cobre Ivinhema, Nova Andradina, Angélica e outras. Veja as cidades atendidas.

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Conteúdo revisado pela equipe da VGR. Atualizado em .